Já está disponível aqui a publicação trimestral Envolvente Empresarial – Análise de Conjuntura, referente ao segundo trimestre de 2020, uma iniciativa conjunta AEP, AIP e CIP.

Nesta edição realçamos:

  • A proposta, pela Comissão Europeia, do Plano de Recuperação Europeu.
  • O Plano de Estabilização Económica e Social apresentado pelo Governo.
  • A contração do PIB, de -2,3% em termos homólogos e de -3,8% em cadeia, no primeiro trimestre. Na ótica da oferta, as maiores quedas do VAB (em termos homólogos) ocorreram no Comércio, Alojamento e restauração (-4,1%) e na Indústria (-3,3%).
  • O agravamento acentuado, em abril e maio, do indicador coincidente do Banco de Portugal.
  • As descidas históricas, em abril, prosseguidas, embora a menor ritmo, em maio e junho, nos indicadores de confiança setoriais, que registaram os valores mais baixos das respetivas séries, com exceção da Construção.
  • A melhoria ligeira da situação das empresas, na segunda quinzena de junho, revelada pelo Inquérito Rápido e Excecional às Empresas – COVID 19.
  • As previsões intercalares de verão da Comissão Europeia, que apontam para uma queda real de -9,8% do PIB português em 2020 e uma retoma de 6,0% em 2021, face a valores de -9,5% e 5,2%, respetivamente, no cenário base do Banco de Portugal.
  • A correção em baixa das taxas Euribor, em maio, depois dos máximos de quatro anos registados em abril, devido a um forte aumento da procura de fundos pelos bancos para responder à utilização das linhas de crédito com garantia estatal pelas empresas da Área Euro.
  • A correção, igualmente em baixa, no mês de maio, da yield soberana de Portugal a 10 anos, em antecipação da expansão e extensão do programa de compra de dívida pública do BCE.
  • A aceleração, em abril, do stock de crédito concedido às sociedades não financeiras privadas, a refletir as necessidades adicionais de crédito e o acesso às linhas de crédito com garantia estatal.
  • A forte redução do emprego, de 4,0%, entre fevereiro e maio, de acordo com a estimativa provisória do INE.
  • O agravamento, no segundo trimestre, da queda em cadeia dos índices de preços das matérias-primas, embora em maio e junho já se tenha assistido a variações mensais positivas.
  • A apreciação do euro face ao dólar, em junho, para máximos de um ano.