Apresentação

Apresentação

 

1974 representa não só a implantação de um regime democrático em Portugal mas também o nascimento da CIP – Confederação da Indústria Portuguesa que, na sua declaração de princípios, se assumia como defensora de uma democracia industrial, baseada na livre iniciativa e que conduza a uma efetiva economia de mercado e que surgiu como uma resposta dos empresários ao clima até então instalado de destruição da livre iniciativa, de entrave à atividade privada e da destruição do aparelho do Estado.

A nova Confederação que então nascia representava, através dos seus Associados, cerca de 47 mil empresas portuguesas, e chamava a si a responsabilidade da defesa dos interesses das várias Associações que a compunham.

 

A CIP – Confederação Empresarial de Portugal, constituída em janeiro de 2011, é a concretização de um ideal defendido pelos empresários nacionais, e protagonizado, no seu lançamento, pelas entidades mais representativas do associativismo empresarial português – a AEP – Associação Empresarial de Portugal, a AIP/CCI – Associação Industrial Portuguesa / Câmara de Comércio e Indústria e a CIP – Confederação da Indústria Portuguesa.

Esta Confederação procura constituir-se como uma estrutura patronal forte que defenda, eficazmente, os interesses de todas as empresas portuguesas, albergando, de uma forma transversal e equilibrada, entidades associativas sectoriais e regionais, bem como todas as Câmaras de Comércio e Indústria de Portugal.

A representação da CIP é de 114.566 empresas, que empregam 1.541.539 trabalhadores e têm um volume de negócios de € 105.208 milhões.

Visão

Ser a confederação empresarial mais representativa a nível nacional, uma estrutura associativa patronal forte, homogénea e abrangente que possa defender mais eficazmente os interesses das empresas portuguesas.

Missão

  • Representar, interna e externamente, a atividade empresarial nacional, com autonomia e independência.
  • Contribuir para o progresso da economia de mercado e da iniciativa privada.
  • Apoiar as empresas de todas as dimensões e sectores.
  • Ser o porta-voz das empresas, assumir e defender os seus interesses e propostas junto das instâncias económicas, políticas e sociais.
  • Defender o diálogo social como instrumento para o aumento da competitividade.
  • Negociar, em nome das empresas, com os parceiros sociais e o poder político, a nível nacional e internacional.
  • Ser um agente de mudança em diálogo com a sociedade civil, promovendo e assegurando o crescimento sustentável das empresas e da economia portuguesa no quadro da globalização.

 

Parceiro Social

A CIP defende o diálogo como o meio de promover a coesão económica e social do País.

Com assento no Conselho Económico e Social, bem como nas respetivas comissões especializadas, e na Comissão Permanente de Concertação Social, a CIP participa, ativamente, na negociação visando a implementação de políticas económicas e socio-laborais e de enquadramentos legais favoráveis aos interesses das empresas.

É, também, membro de diversos órgãos consultivos e comissões especializadas.

 

Filiação Internacional

A CIP integra as principiais organizações internacionais de empregadores:

Logo Business Europe

 

OIE logo 2013

 

 

 

Logo OIT

 

BIAC

Estatutos, Planos de Atividades e Relatório e Contas

 

 

POPH
QREN
Governo da República Portuguesa
União Europeia