A tempestade «Kristin», que atingiu Portugal entre 28 de janeiro e o início de fevereiro, provocou danos extensos no tecido empresarial, nas infraestruturas críticas e nas cadeias logísticas, com particular incidência na Região Centro. O impacto económico do fenómeno extremo, ainda em avaliação, é significativo, tendo motivado a adoção de um conjunto alargado de medidas públicas de emergência, apoio à recuperação e reposição da atividade económica.

A CIP – Confederação Empresarial de Portugal divulgou um documento que sistematiza os principais impactos da tempestade, incluindo uma estimativa preliminar dos custos de reconstrução, atualmente superiores a 4 mil milhões de euros, bem como os setores económicos mais afetados, assim como os danos nas infraestruturas críticas, nomeadamente na rede elétrica e de telecomunicações, e a exposição particular de regiões com elevada concentração industrial e peso relevante na economia nacional.

Para além dos impactos provocados pela tempestade, o relatório apresenta um enquadramento detalhado das medidas económicas, sociais e financeiras, entretanto adotadas pelo Governo, para fazer face à situação de calamidade que o país atravessa.

Este documento pretende constituir uma ferramenta prática de apoio às empresas afetadas, reunindo, de forma estruturada e atualizada, a informação sobre o impacto económico da tempestade «Kristin» e os principais instrumentos de resposta pública disponíveis, num contexto de recuperação que se antevê exigente e prolongado em alguns setores.

O documento técnico completo sobre a tempestade «Kristin», atualizado a 13 de fevereiro de 2026, reúne informação síntese sobre o impacto económico, os danos nas infraestruturas, os efeitos no tecido empresarial e as medidas públicas de resposta e apoio à recuperação. O documento pode ser consultado aqui.