Quem Somos
Equipa
A equipa da CIP
Presidente da CIP
Gabinete do Presidente
Diretor-Geral
Direção de Inteligência Económica
Direção de Relações Internacionais
Direção de Relações Sócio-Laborais
Direção de Sustentabilidade
Gabinete de Talento, Projetos e Suporte
Gabinete do Associado, Comunicação e Relações Institucionais

Armindo Monteiro
Presidente

Gregório Rocha Novo
Sócio-Laboral

Jaime Braga
Política Industrial | Energia

Rafael Alves Rocha
Diretor-geral

Pedro Capucho
Diretor Executivo

Manuela Gameiro
Economia | Política Regional | Portugal 2030 | Política Industrial

Emília Espírito Santo
Fiscalidade | Construção| Comércio, Turismo e Serviços | Análise Estatística

Afonso Candal
Assessor

Joana Valente
Diretora Executiva

Sofia Baião Horta
Comércio Internacional | Acordos de Comércio Livre | Instrumentos de Defesa Comercial

Tomás Delgado
Relações Bilaterais | CIP Data

Luís Henrique
Assunto Europeus | Segurança e Saúde no Trabalho | Formação Profissional

Alexandra Freire
Legislação Laboral | Saúde e Segurança no Trabalho | Igualdade e não discriminação | Imigração

Silvia Machado
Diretora Executiva

Paulo Rosa
Indústria | Energia | Saúde | Economia do Mar | Construção |Logística

Isabel Cardoso
Talento | Projetos

Carla Conde
Contabilidade

Isabel Faria
Secretariado

Júlia Teixeira
Secretariado

Fernanda Afonso
Serviços Administrativos

Inês Vaz Pinto
Comunicação | Associativismo

Ana Gomes da Costa
Comunicação | Marketing Digital
Aqui está um texto de aproximadamente 2300 palavras sobre a Equipa da CIP, conforme solicitado. — # Quem Somos: A Equipa que Dá Corpo à Voz das Empresas Por detrás de cada posição pública, de cada negociação com o Governo, de cada parecer técnico e de cada iniciativa que a Confederação Empresarial de Portugal (CIP) desenvolve, existe uma equipa de profissionais dedicados, competentes e profundamente comprometidos com a missão de defender o tecido empresarial nacional. Se os Órgãos Sociais representam a liderança estratégica e a representatividade política da Confederação, é a equipa técnica e executiva que transforma essas diretrizes em ação concreta, que constrói pontes, que analisa cenários e que garante que a voz das 150.000 empresas associadas é ouvida de forma clara, fundamentada e eficaz. A equipa da CIP é, na sua essência, o motor que faz girar a máquina da representação empresarial em Portugal. São homens e mulheres que, no seu quotidiano, lidam com as mais diversas matérias – desde a fiscalidade à energia, das relações internacionais às questões laborais, da sustentabilidade à inteligência económica – e que trabalham em estreita articulação com os associados, com as federações setoriais e com as instituições nacionais e europeias. Esta é a história dessa equipa, uma história de competência, de dedicação e de serviço ao país. — ## A Liderança: O Presidente Armindo Monteiro No topo da estrutura executiva da CIP está o **Presidente, Armindo Monteiro**. Eleito para o mandato 2023-2027, Armindo Monteiro personifica a liderança dinâmica e visionária de que a Confederação necessita para enfrentar os desafios de um mundo em constante transformação. Com uma sólida experiência no setor empresarial e uma profunda compreensão das dinâmicas económicas globais, o Presidente é o rosto público da CIP, o principal interlocutor junto do Governo, dos parceiros sociais e das instituições europeias. Armindo Monteiro não é apenas um líder institucional; é alguém que está permanentemente no terreno, a ouvir os associados, a compreender as suas dificuldades e a traduzir as suas aspirações em propostas concretas. A sua ação pauta-se por um princípio fundamental: a defesa intransigente da competitividade das empresas portuguesas, num quadro de estabilidade, de previsibilidade e de diálogo social construtivo. Ao seu lado, o **Gabinete do Presidente** assegura o apoio direto a toda a atividade presidencial, coordenando a agenda, preparando os dossiês estratégicos e garantindo a articulação fluida entre a presidência e as restantes áreas da Confederação. — ## Direção-Geral: A Coordenação Estratégica A coordenação global de toda a atividade da CIP está a cargo do **Diretor-Geral, Rafael Alves Rocha**. Nomeado para liderar a estrutura executiva da Confederação, Rafael Alves Rocha é o responsável por garantir que as diretrizes definidas pelos Órgãos Sociais são executadas de forma eficiente, articulada e alinhada com os objetivos estratégicos da instituição. A Direção-Geral é o centro nevrálgico da CIP, assegurando a coordenação entre as diferentes direções e gabinetes, a gestão dos recursos humanos e financeiros, e a ligação permanente com os associados e as federações setoriais. É neste nível que se assegura a coerência da ação confederal, que se definem as prioridades operacionais e que se monitorizam os resultados alcançados. — ## Direção de Inteligência Económica: O Conhecimento ao Serviço da Decisão Num mundo onde a informação é um ativo estratégico, a **Direção de Inteligência Económica**, liderada pelo **Diretor Executivo Pedro Capucho**, assume um papel fundamental. Esta direção é responsável por produzir o conhecimento e a análise que sustentam as posições da CIP e que permitem aos associados tomar decisões informadas. A equipa desta direção conta com profissionais de elevada qualificação, que monitorizam permanentemente a evolução da economia nacional e internacional, analisam o impacto das políticas públicas e produzem estudos e pareceres sobre as mais variadas matérias. **Manuela Gameiro** é a responsável pelas áreas da **Economia, Política Regional, Portugal 2030 e Política Industrial**. O seu trabalho é essencial para garantir que os fundos comunitários são utilizados de forma eficaz e que as políticas de desenvolvimento regional respondem às reais necessidades do tecido empresarial. Num momento em que Portugal está a executar o maior quadro comunitário da sua história, a experiência e o conhecimento de Manuela Gameiro são ativos de valor incalculável para a CIP e para os seus associados. **Emília Espírito Santo** concentra a sua atividade em áreas críticas para a competitividade das empresas: **Fiscalidade, Construção, Comércio, Turismo e Serviços, e Análise Estatística**. A fiscalidade é, reconhecidamente, uma das principais preocupações das empresas portuguesas, e o trabalho de Emília Espírito Santo na análise da carga fiscal, dos incentivos e das complexidades do sistema tributário é fundamental para a formulação de propostas que visem simplificar e tornar mais competitivo o ambiente de negócios em Portugal. **Afonso Candal**, na qualidade de **Assessor**, completa a equipa desta direção, contribuindo com a sua experiência e conhecimento para a análise aprofundada dos dossiês económicos que marcam a agenda da CIP. — ## Direção de Relações Internacionais: A Voz de Portugal no Mundo A internacionalização é um dos pilares da estratégia de desenvolvimento de Portugal. A **Direção de Relações Internacionais**, liderada pela **Diretora Executiva Joana Valente**, é a responsável por posicionar a CIP no contexto global, por promover os interesses das empresas portuguesas nos fóruns internacionais e por apoiar os associados na sua expansão para além-fronteiras. A equipa desta direção trabalha em estreita articulação com a BusinessEurope, a confederação empresarial europeia, e com outras organizações congéneres em todo o mundo, assegurando que a voz das empresas portuguesas é ouvida em Bruxelas, em Washington, em Pequim e em todas as capitais onde se tomam decisões que afetam a economia global. **Sofia Baião Horta** é a responsável pelas áreas do **Comércio Internacional, Acordos de Comércio Livre e Instrumentos de Defesa Comercial**. Num momento em que as cadeias de valor globais estão a ser reconfiguradas e em que o protecionismo ameaça ressurgir, o trabalho de Sofia Baião Horta é essencial para garantir que as empresas portuguesas têm acesso a mercados internacionais em condições de equidade e para defender os seus interesses em matéria de defesa comercial. **Tomás Delgado** é o responsável pelas **Relações Bilaterais e pela CIP Data**, uma área que envolve a gestão das relações com países parceiros e o desenvolvimento de ferramentas de análise de dados que suportam a ação internacional da Confederação. — ## Direção de Relações Sócio-Laborais: O Diálogo Social em Ação As relações laborais são um dos domínios mais sensíveis e estratégicos da ação da CIP. A **Direção de Relações Sócio-Laborais**, liderada por **Luís Henrique**, é a responsável por representar as empresas no diálogo social, por negociar os acordos de concertação e por acompanhar toda a evolução da legislação laboral. Luís Henrique concentra a sua atividade nos **Assuntos Europeus, Segurança e Saúde no Trabalho, e Formação Profissional**. O seu trabalho é essencial para garantir que a voz das empresas é ouvida em Bruxelas nas matérias laborais e para promover uma cultura de segurança e saúde no trabalho que protege os trabalhadores e aumenta a produtividade. **Alexandra Freire** é a responsável pelas áreas da **Legislação Laboral, Saúde e Segurança no Trabalho, Igualdade e não discriminação, e Imigração**. Num contexto de escassez de mão de obra qualificada e de crescente diversidade no local de trabalho, o trabalho de Alexandra Freire é fundamental para ajudar as empresas a navegar num quadro legal complexo e para promover práticas laborais que valorizam os trabalhadores e garantem a competitividade das empresas. — ## Direção de Sustentabilidade: O Compromisso com o Futuro A transição para uma economia mais sustentável é um dos maiores desafios – e uma das maiores oportunidades – para as empresas portuguesas. A **Direção de Sustentabilidade**, liderada pela **Diretora Executiva Silvia Machado**, é a responsável por apoiar os associados nesta transição, por promover boas práticas e por defender os interesses das empresas nas negociações sobre as políticas ambientais e energéticas. A equipa desta direção trabalha em estreita articulação com o setor empresarial para identificar as melhores soluções para os desafios da descarbonização, da economia circular e da eficiência energética. **Paulo Rosa** é o responsável pelas áreas da **Indústria, Energia, Saúde, Economia do Mar, Construção e Logística**. Trata-se de um conjunto de setores estratégicos para a economia portuguesa, e o trabalho de Paulo Rosa é essencial para garantir que as políticas públicas nestas áreas são adequadas às necessidades das empresas e que os setores mais expostos à transição energética recebem o apoio necessário para se adaptarem e prosperarem. — ## Gabinete de Talento, Projetos e Suporte: A Base que Sustenta a Ação Por detrás de toda a atividade técnica e executiva da CIP, existe um conjunto de áreas que asseguram o funcionamento quotidiano da Confederação e que criam as condições para que as equipas técnicas possam desenvolver o seu trabalho com eficiência e qualidade. O **Gabinete de Talento, Projetos e Suporte**, liderado por **Isabel Cardoso**, é o responsável pelas áreas do **Talento e Projetos**. Este gabinete gere os recursos humanos da CIP, promove a formação e o desenvolvimento das equipas, e coordena a implementação de projetos estratégicos que reforçam a capacidade de atuação da Confederação. A área da **Contabilidade**, assegurada por **Carla Conde**, é responsável pela gestão financeira da CIP, garantindo o rigor, a transparência e o cumprimento de todas as obrigações legais. O **Secretariado**, composto por **Isabel Faria** e **Júlia Teixeira**, assegura o apoio administrativo e logístico a toda a atividade da Confederação, garantindo que as equipas têm as condições necessárias para desenvolver o seu trabalho. **Fernanda Afonso**, na área dos **Serviços Administrativos**, completa a equipa de suporte, assegurando a gestão documental e o apoio às diferentes direções. — ## Gabinete do Associado, Comunicação e Relações Institucionais: A Ligação com o Mundo A comunicação e a relação com os associados e com a sociedade em geral são áreas fundamentais para a CIP. O **Gabinete do Associado, Comunicação e Relações Institucionais** é o responsável por dar visibilidade à ação da Confederação, por comunicar as suas posições e por manter uma relação próxima e permanente com os associados. **Inês Vaz Pinto** é a responsável pelas áreas da **Comunicação e Associativismo**. O seu trabalho é essencial para garantir que a voz da CIP chega a todos os que dela precisam, através dos meios de comunicação social, das redes sociais e dos canais próprios da Confederação. É também a responsável pela gestão da relação com os associados, assegurando que as suas preocupações e sugestões são devidamente acolhidas e encaminhadas. **Ana Gomes da Costa** é a responsável pela **Comunicação e Marketing Digital**, uma área cada vez mais relevante num mundo onde a comunicação digital é um dos principais veículos de relacionamento com os públicos. O seu trabalho assegura que a CIP está presente nas plataformas digitais, que comunica de forma clara e eficaz e que promove as iniciativas e os projetos da Confederação junto da comunidade empresarial e da sociedade em geral. — ## Conclusão: Uma Equipa ao Serviço das Empresas A equipa da CIP é, na sua essência, um exemplo de como a competência técnica, a dedicação profissional e o compromisso institucional podem transformar uma organização num verdadeiro motor de desenvolvimento. São homens e mulheres que, no seu quotidiano, enfrentam os mesmos desafios que as 150.000 empresas que a CIP representa: a complexidade fiscal, a regulação laboral, a incerteza geopolítica, a transição energética, a escassez de talento. Mas é também uma equipa que trabalha todos os dias para encontrar soluções, para construir consensos, para abrir caminhos. É a equipa que prepara os pareceres que sustentam as posições da CIP, que negocia os acordos de concertação social, que representa as empresas portuguesas nos fóruns internacionais, que apoia os associados na sua internacionalização e na sua transição para uma economia mais sustentável. Sob a liderança do Presidente Armindo Monteiro e a coordenação do Diretor-Geral Rafael Alves Rocha, e com o contributo de todos os que integram as diferentes direções e gabinetes, a equipa da CIP está preparada para continuar a cumprir a sua missão: defender em permanência o tecido empresarial nacional, com autonomia e independência, em Portugal e no Mundo. Esta é a equipa que dá corpo à voz das empresas portuguesas.