A adesão ao Comité Económico e Industrial vai permitir à Confederação Empresarial de Portugal participar nas atividades da OCDE.

A CIP – Confederação Empresarial de Portugal aderiu ao Business and Industry Advisory Committee (BIAC), o Comité Consultivo Económico e Industrial da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE).

A formalização do processo foi feita na Assembleia Geral do BIAC, realizada em Paris, a 30 de maio, onde esteve presente o Vice-Presidente da CIP João Almeida Lopes.

Com esta adesão, a CIP passa a participar nas atividades da OCDE, na defesa dos interesses da economia nacional em temas de grande relevância para as empresas, como o comércio internacional, políticas económicas e financeiras, investimento estrangeiro, assim como politicas de cooperação e desenvolvimento, de informação e telecomunicações, políticas sociais e de saúde, ambientais e de inovação.

Para o Presidente da CIP, António Saraiva, “nesta fase em que a economia internacional exige coordenação e, até mesmo, alguma regulação mundial, é essencial estar no centro do debate das politicas publicas de desenvolvimento económico”.

“Já não basta estar em Bruxelas, é preciso defender o interesse das empresas nacionais e influenciar o debate e as decisões também junto da OCDE”, acrescentou.

O BIAC é uma organização que representa empresas, tendo como missão a defesa da abertura dos mercados e o crescimento impulsionado pelo setor privado, sendo parceiro da OCDE e de outras instituições internacionais.

Integra mais de 2800 e mais de 30 grupos temáticos especializados e desempenha o papel de conselheiro da OCDE e dos Estados-membros que a integram em temas de governação e politica económica.

A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico agrega 34 países identificados com o valor da governação democrática e com os princípios da economia de mercado.

Tem como objetivo utilizar a sua riqueza de informações sobre uma ampla gama de tópicos para ajudar os governos a promover a prosperidade e combater a pobreza através do crescimento económico e da estabilidade financeira.