CIP reuniu em Bruxelas com o Comissário para a Investigação, Ciência e Inovação, Carlos Moedas

A Comissão Executiva da CIP iniciou dia 3 de março de 2015 encontros em Bruxelas para apresentar as prioridades das empresas portuguesas para o crescimento e competitividade da Europa até 2019.

Durante três dias, o Presidente da CIP, António Saraiva, e os vice-presidentes José António Barros, João Almeida Lopes e Rafael Campos Pereira reúniram com o Comissário para a Investigação, Ciência e Inovação, Carlos Moedas, com eurodeputados portugueses do PSD, PS, CDS-PP e MPT e com o Presidente do Conselho Economico e Social Europeu, Henri Malosse bem como com o Diretor Geral da BUSINESSEUROPE, Markus Beyrer.
No dia 5 de março, o Presidente da CIP, António Saraiva, interveio no Workshop “Strengthening industrial relations and capacity building at national level”, no âmbito da Conferência de Alto Nível organizada por iniciativa do Presidente Jean-Cluade Juncker “A new start for Social Dialogue”. A referida intervenção centrou-se nos desafios e impactos concretos do diálogo social e na necessidade e urgência de promover uma parceria para as reformas que promova o desenvolvimento social e económico.
A União Europeia está a assistir ao decréscimo do investimento para o nível mais reduzido nos últimos 20 anos e as fracas perspetivas de retoma da sua atratividade, bem como os constrangimentos no acesso ao financiamento, continuam a ser obstáculos ao seu crescimento.
Embora o Plano de Investimento da Comissão Europeia seja um importante primeiro passo para resolver este problema, é fundamental uma nova abordagem, que potencie o potencial das empresas europeias.

Para a CIP, o foco na competitividade é a via principal para aumentar o investimento, o crescimento económico e o emprego da UE.
Com esse objetivo, a CIP considera urgente a criação de um ambiente que elimine a regulamentação excessiva e desnecessária, que reduza os elevados preços da energia e que facilite o acesso das empresas ao financiamento e outros fatores que dificultam a atividade económica na Europa, especialmente para as pequenas e médias empresas.
As empresas portuguesas estão bem conscientes dos custos de adiar reformas necessárias e inevitáveis, sobretudo num momento em que é necessário consolidar os resultados do processo de ajustamento extremo vivido por Portugal.
Ao apresentar as suas prioridades para o crescimento europeu, a CIP pretende lançar o debate sobre a criação de futuro mais próspero para todos os cidadãos europeus.