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Financing Investment in Africa | 27 fevereiro

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A CIP – Confederação Empresarial de Portugal, em parceria com o BEI – Banco Europeu de Investimento e a SOFID – Sociedade para o Desenvolvimento do Financiamento, está a organizar o Seminário “Investment Financing in Africa“, que terá lugar no próximo dia 27 de fevereiro em Lisboa, entre as 9h00 e as 13h00.

O evento terá como objetivo a apresentação dos instrumentos financeiros do BEI para a região ACP – África, Caraíbas e Pacífico, destinados às empresas europeias.

Programa aqui.

Inscrições aqui.

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O Futuro do Trabalho em Portugal – 17 janeiro – Museu da Eletricidade

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A CIP – Confederação Empresarial de Portugal vai apresentar o mais completo estudo feito em Portugal sobre o impacto da automação no futuro do trabalho, na conferência sobre “O Futuro do Trabalho em Portugal”, que se realizará a 17 de janeiro, no Museu da Electricidade, em Lisboa.

O estudo foi elaborado em parceria com o McKinsey Global Institute e a Nova School of Business and Economics e mede o potencial de automação da economia portuguesa até 2030.

Aponta, também, os principais desafios que se colocam no processo de transição para o digital e os efeitos nas competências e salários dos trabalhadores. Neste estudo, foram analisadas 800 ocupações e 2.000 tarefas desempenhadas em diversos setores; foram identificadas 18 competências de base necessárias para o desempenho de qualquer posição e qual a capacidade de automação de cada uma delas.

“Os desafios colocados pelo desenvolvimento tecnológico a trabalhadores e empresas são reconhecidos como determinantes para o futuro comum, comprovando-o o facto de a Organização Internacional do Trabalho, por exemplo, ter definido como tema do seu centenário o ‘Futuro do Trabalho’”, afirma o presidente da CIP, António Saraiva.

“A CIP tem participado ativamente neste debate e na promoção do estudo dos efeitos, imediatos e futuros, dos processos de digitalização e da globalização da economia no trabalho e nos processos produtivos. É neste quadro que se realiza esta iniciativa, a mais relevante sobre esta problemática a ter lugar em Portugal”, acrescenta.

A conferência “O Futuro do Trabalho em Portugal” conta com o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República e é patrocinada pela Apifarma – Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica, pela EDP – Energias de Portugal e pelo ISQ – Instituto de Soldadura e Qualidade.

Programa

Inscrições

 

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“O mundo precisa da ação dos moderados”

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Leia aqui o artigo de opinião desta semana assinado por António Saraiva na sua coluna semanal do Dinheiro Vivo, ao sábado.
Publicado no Dinheiro Vivo, edição de 10.11.2018

O cinismo e o desconforto com o funcionamento das instituições generalizaram-se e, um pouco por todo o mundo, os cidadãos encaram o futuro com um misto de desilusão e de medo. Estes sentimentos têm alimentado a ascensão de defensores de soluções extremistas e populistas.

Escrevi estas palavras, nesta coluna, há pouco mais de um mês.

Escrevi também que é neste tipo de soluções que residem os maiores riscos de novas crises, num mundo cada vez mais globalizado, onde decisões pontuais se repercutem rapidamente a nível mundial.

Lamentavelmente, estes riscos estão a tornar-se cada vez mais reais e ameaçadores.

Desde então, tivemos, no Brasil, mais um exemplo desta perigosa realidade.

Entretanto, abriu-se na Europa uma crise entre a Comissão Europeia e o Governo italiano, com consequências imprevisíveis para toda a Europa. Mais uma vez, na base desta crise, está a ascensão ao poder de defensores de soluções populistas. Soluções que, invariavelmente, dão origem ao isolamento e ao conflito, quando não a totalitarismos, sejam eles de que sinal forem.

É certo que temos também exemplos recentes de povos que continuam a mostrar relutância em se render a forças extremistas. Há países onde emergiram novos movimentos políticos que vieram preencher o vazio deixado por partidos desacreditados, afirmando os seus valores e as suas propostas sem cair em derivas populistas ou extremistas.

Em Portugal estamos, por enquanto, ao abrigo destas derivas. A nossa cultura e a nossa memória histórica tornam-nos, felizmente, avessos a extremismos ou aventureirismos. Mas entre nós estão bem patentes sinais de uma crise de confiança nas instituições. Assistimos a um aumento de preconceitos contra a classe política e de antagonismos face aos empresários, que se refletem em tiques populistas nalguns modos de fazer política.

Tudo isto representa uma enorme responsabilidade para quem se reclama moderado, na política e na sociedade em geral.

O combate eficaz ao populismo requer uma ação inteligente, responsável e corajosa por parte dos moderados.

Exige uma ação inteligente porque, se o populismo se alimenta da difusão de mensagens simplistas e da manipulação da realidade, então é preciso, pacientemente, desconstruir essas mensagens e denunciar a ficção. Não basta gritar contra o populismo, é preciso desmascará-lo, com pedagogia.

Exige uma ação responsável, porque deve apresentar soluções reais aos anseios dos cidadãos, não deixando aos promotores da demagogia e da irresponsabilidade o monopólio da promessa de um futuro melhor e mais próspero. Não basta gritar contra o populismo, é preciso contrapor-lhe uma alternativa credível.

Exige, finalmente, uma ação corajosa, porque, se os populistas são aclamados pela sua coragem na denúncia da corrupção, é preciso que os moderados afirmem igual coragem na defesa intransigente dos seus princípios e valores fundamentais, entre os quais, evidentemente, também está a integridade. Não basta gritar contra o populismo, é preciso afirmar, com convicção, frontalmente, sem cedências, os valores que ele despreza.

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