Categoria: Notícias dos Associados



NERBE/AEBAL – Associação Empresarial do Baixo Alentejo e Litoral

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Fundado em 1987, o NERBE – Núcleo Empresarial da Região de Beja – surgiu face à necessidade sentida, por um grupo de empresários do Distrito de Beja, da existência de uma estrutura que defendesse os interesses específicos da indústria regional. Em 1991, após alguns anos de intensa atividade e experiência acumulada como delegação da AIP, o NERBE passou a ser uma associação regional dotada de personalidade jurídica e em 1998 foi alterada a sua designação para NERBE/AEBAL – Associação Empresarial do Baixo Alentejo e Litoral.

Com sede em Beja, tem como missão, promover o desenvolvimento económico da região e, fortalecer o tecido empresarial do distrito de Beja, através do apoio e defesa dos interesses da atividade empresarial dos seus associados e da dinamização de projetos de melhoria do contexto e envolvente empresarial.

O NERBE/AEBAL tem como principais linhas de orientação a prossecução dos seguintes objetivos:

– Promover o estudo de todas as questões que se relacionem com os seus objetivos;

– Dinamizar a atividade associativa da região e incrementar o espírito de solidariedade e de apoio entre os seus associados;

– Contribuir para o desenvolvimento das empresas regionais e dos vários setores de atividade, essencialmente os considerados estratégicos para a região;

– Organizar e manter serviços de interesse para os seus associados, prestando adequada informação, apoio técnico e de consultoria, designadamente, na área de formação;

– Organizar certames, conferências, colóquios, cursos ou quaisquer outras manifestações que contribuam para a realização dos seus objetivos;

– Cooperar ativamente com entidades, públicas e privadas, nacionais e estrangeiras, em tudo o que contribua para o harmónico desenvolvimento regional;

Para o desenvolvimento da sua atividade, o NERBE/AEBAL, criou cinco departamentos, tendo cada um deles diferentes atribuições.

a) Departamento de Iniciativa Empresarial, cujas principais atividades são a realização de candidaturas do NERBE/AEBAL a programas comunitários e o acompanhamento de projetos de investimento realizados pela Associação, ou por entidades terceiras, contratados ao NERBE/AEBAL, assim como o apoio aos empresários face às dificuldades com que se deparam na sua atividade.

b) Departamento de Desenvolvimento Regional, cujo objetivo é harmonizar o desenvolvimento económico com os investimentos estruturantes existentes na região. Neste contexto, o departamento atua ao nível dos projetos âncora, nomeadamente o Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva, o Aeroporto de Beja, a IP8, a faixa mineira existente no Distrito, o turismo, entre outros.

c) Departamento de Comunicação e Eventos, que realiza o levantamento, tratamento e disseminação da informação para o NERBE/AEBAL e para os seus Associados. Este departamento divulga projetos e iniciativas de interesse para a Associação, empresários e Região, alimenta os conteúdos do website do NERBE/AEBAL, tendo uma atuação transversal a todos os departamentos. Este departamento também é responsável pela organização dos eventos que a Associação desenvolve, quer individualmente, quer em parceria.

d) Departamento Administrativo/Financeiro, que presta o apoio administrativo e financeiro necessário ao bom funcionamento da Associação. O departamento tem também a responsabilidade de promover o aluguer dos diversos espaços (salas de formação, auditório, pavilhões), assim como a manutenção das instalações.

e) Departamento de Apoio ao Associado, cujo objetivo é encontrar formas de facilitar a vida empresarial dos Associados do NERBE/AEBAL. Para tal são estabelecidas parcerias estratégicas que justificam o benefício de ser sócio, nomeadamente para a prestação de serviços e/ou celebração de protocolos em áreas transversais a todos os sectores de atividade, que permitam um acesso a estes serviços por parte das empresas associadas, em condições preferenciais.

Eixos Estruturantes

Inovação

A inovação e o desenvolvimento tecnológico junto das empresas da região tem sido uma das prioridades do NERBE/AEBAL. Desta forma a Associação tem vindo ao longo dos anos a desenvolver atividades, projetos e iniciativas com o objetivo de promover e incrementar a implementação de inovação no tecido empresarial regional. Neste âmbito encontra-se o NERBE/AEBAL completamente comprometido com instituições de I&D da Região de forma a lhe transmitir as necessidades sentidas a nível de tecnologia por parte das empresas e a facilitar a incorporação de conteúdos técnicos e tecnológicos no processo produtivo do tecido empresarial regional.

Empreendedorismo

No âmbito do apoio ao empreendedorismo o NERBE/AEBAL tem vindo a apoiar o surgimento de novas ideias de negócio e na constituição de novas empresas. No âmbito deste eixo estratégico a Associação tem vindo a desenvolver projetos nos últimos anos junto da comunidade empreendedora, quer junto das escolas da região. Também no âmbito deste eixo o NERBE/AEBAL, desde 2010 disponibiliza um Ninho de Empresas, constituído por 5 espaços de incubação e sala de reuniões partilhada. Ainda no âmbito da temática do Empreendedorismo e sendo também transversal ao eixo da Inovação, a Associação apresentou ao programa operacional regional do Alentejo uma candidatura para construção de um Centro de Incubação de Base Tecnológica, consubstanciado numa parceria com os Centros de Investigação localizados em Beja (IPBeja, CEBAL e COTR), que aguarda aprovação.

Internacionalização

Este eixo estratégico assumiu-se como de estrema importância para o NERBE/AEBAL, pois é no âmbito deste eixo que a Associação mais projetos tem vindo a desenvolver na última década. Realça-se assim projetos postos em prática com outras Associações Regionais congéneres como o NERE e NERPOR. Os projetos de internacionalização levados a cabo pelo NERBE/AEBAL têm tido como principal foco incrementar o volume de vendas internacional do tecido empresarial da região, assim como iniciar o processo de exportação para empresas que ainda não iniciaram a sua atividade de internacionalização. Salienta-se também a atividade de atração de investimento para a área de influência do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva levada a cabo pela Associação em parceira com a EDIA, SA.

Salienta-se que para além da atividade realizadas no âmbito dos eixos estruturantes o NERBE/AEBAL conjuntamente com todos os atores regionais tem vindo a defender não só o desenvolvimento da região Baixo Alentejo e Alentejo Litoral (a sua área de intervenção) mas do Alentejo como um todo, porque acredita que só desta forma se consegue uma região forte, prospera e capaz de contribuir para o desenvolvimento de Portugal.

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Presidente da APHP eleito membro da direcção da União Europeia de Hospitalização Privada

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Óscar Gaspar, presidente da Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP) foi eleito, no dia 07 de junho, membro da direcção da União Europeia de Hospitalização Privada (UEHP). Uma semana depois de dinamizar, em Lisboa, a II Cimeira Ibérica de Hospitais Privados, Óscar Gaspar foi cooptado para a direcção desta federação europeia, por unanimidade, em assembleia-geral que decorre em Bucareste, na Roménia.

«Esta eleição para a Direção da associação europeia dos hospitais privados é muito importante porque, por um lado, reconhece o trabalho realizado pelos hospitais privados em Portugal e, por outro lado, permite participar de forma mais ativa nas discussões sobre o enquadramento do setor da saúde na Europa. Para além das questões de cada país, há cada vez mais problemáticas a nível da União Europeia que nos convocam a todos para procurar soluções que garantam o acesso dos cidadãos europeus aos cuidados de saúde adequados», declarou Oscar Gaspar, após a sua nomeação.

A UEHP é uma federação que reúne 19 associações nacionais e que está focada na defesa dos hospitais independentes da Europa. Preconiza a equidade, a qualidade e a sustentabilidade dos sistemas de saúde através da liberdade de escolha do cidadão, da livre concorrência entre prestadores públicos e privados, da separação entre financiamento e prestação, da concorrência no domínio do financiamento, da definição de padrões europeus de normalização e regulação do sector. Visa o reconhecimento da crescente relevância dos hospitais privados na capacidade de resposta dos sistemas de saúde na Europa.

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Hospitais privados desafiam Portugal e Espanha a colocar a sua capacidade instalada e potencial de investimento ao serviço dos cidadãos

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A Associação Portuguesa de Hospitalização Privada (APHP) e a Alianza de la Sanidad Privada Española (ASPE), estruturas representativas da hospitalização privada de Portugal e Espanha, apresentaram 12 reivindicações para o sector da Saúde, no âmbito da II Cimeira Ibérica de Hospitais Privados, que se realizou hoje em Lisboa. (http://cimeiraiberica-hospitaisprivados.pt/).

No Manifesto, os hospitais ibéricos começam por suscitar a colocação do cidadão no centro do sistema para «aumentar o valor (value-based healthcare), aumentar a qualidade e aumentar a eficiência; ou seja, ganhos em saúde, mas também, claro, contribuir para a sustentabilidade do setor. Tal é determinante para prestar cuidados de saúde cada vez mais diferenciados e para atrair o necessário investi­mento para a saúde, também como fator de competitividade dos países».

Para Cristina Contel, presidente da ASPE, «o mais importante para o paciente não é a quem pertence o serviço de saúde que utiliza, mas antes temas como a qualidade do tratamento, os tempos de espera e o financiamento dos cuidados de saúde».

De acordo com Oscar Gaspar, presidente da APHP, «Portugal e Espanha estão em condições de poder iniciar um novo ciclo de políticas públicas no domínio da Saúde, focadas no cidadão e nos resultados».

O presidente da APHP, interpelando directamente o Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, apelou a que os Estados coloquem os recursos dos hospitais privados ao serviços dos cidadãos: «Sem prejuízo do carater estrutural das instituições públicas para o SNS português, seria importante para o desenvolvimento do setor mas também para o alargamento da oferta e do acesso dos doentes que houvesse um aproveitamento eficiente dos recursos existentes no sistema».

Nessa perspectiva, considerou «inaceitável que se mantenham entraves administrativos à iniciativa dos privados no setor da saúde, tanto mais quando tal viola a equidade. Poderíamos elencar vários dos chamados “custos de contexto”, mas por economia de tempo recordo apenas que tem que se eliminar rapidamente o caráter excessivo e discriminatório do processo de licenciamento dos hospitais privados».

O Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Francisco Ramos, frisou ser «o Secretário de Estado da Saúde e não apenas do SNS» e, nessa perspectiva, disse ”ver com agrado o desenvolvimento e a capacidade crescente da hospitalização privada, cujo desempenho está ao nível do melhor que se faz no mundo».

Os hospitais privados ibéricos consideram, no Manifesto, que «melhorar o desempenho dos sistemas de saúde ibéricos passará por oferecer ao cidadão uma rede de saúde que o proteja e oriente (prevenção), informação correta e oportuna (formação), simplicidade no acesso (agilidade e transparência) e uma resposta pronta, eficiente e integrada. A liberdade de escolha, num contexto de cobertura universal, é o vetor fundamental para colocar os sistemas de saúde ao serviço do cidadão».

O presidente da CIP, António Saraiva, corroborando a posição dos hospitais privados ibéricos, referiu que a saúde é uma área estratégica para a economia de qualquer país: «Cria emprego, cria valor e dinamiza outras áreas». António Saraiva desafiou ainda o Estado a reconhecer «a importância estratégica dos hospitais privados enquanto agentes económicos, bem como a assumir sem preconceitos a complementaridade da hospitalização privada».

As 12 reivindicações que hospitais privados de Portugal e Espanha entendem ser comuns e necessárias à melhoria da Saúde ibérica são:

  1. Assumir a Saúde como uma prioridade nacional, em cada um dos países, de modo a responder aos desafios demográfico, tecnológico e das legítimas expectativas dos cidadãos;
  2. Fazer do valor para o doente o objetivo central de todas as reformas;
  3. Conferir maior responsabilidade e liberdade de escolha ao paciente na sua saúde, tratamento e cuidado (financiamento adequado, promoção de seguros de saúde, etc);
  4. Promover a igualdade nas condições de acesso dos cidadãos e nas condições de licenciamento dos presta­dores, nos domínios da identificação de requisitos e exigências entre prestadores públicos e privados no acesso, realização e controlo da atividade assistencial;
  5. Melhorar a recolha, o tratamento e a transparência dos dados e indicadores do setor da Saúde, para favo­recer a tomada de decisão informada dos pacientes e dos financiadores;
  6. Promover a competitividade entre prestadores, bem como entre financiadores dos sistemas de saúde;
  7. Simplificar a burocracia e reduzir os custos de contexto que distorcem o mercado e inibem o investimento de privados em saúde;
  8. Racionalizar os serviços e consolidar as infraestruturas de saúde, de forma a manter o modelo de saúde universal;
  9. Aproveitar os recursos existentes em cada sistema de saúde;
  10. Apostar na tecnologia como meio para a prestação de cuidados de saúde de proximidade e para a redução de custos;
  11. Fortalecer a missão de uma entidade reguladora verdadeiramente indepen­dente;
  12. Dissociar as funções de financiador e de prestador.

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