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Vigoroso aumento das exportações de Componentes para a Indústria Automóvel

2018-08-01_comunicado-afia

 

Notícia AFIA
www.afia.pt

As exportações de componentes automóveis atingiram um valor de 3600 milhões de euros para o período de Janeiro a Maio. Comparativamente com período homólogo do ano transacto, este valor representa um crescimento de 9%.

Este vigoroso crescimento do valor das exportações está muito acima do crescimento global do mercado, e em particular do mercado europeu para o qual é esperado um crescimento um pouco acima de 2% para o ano de 2018. Isto quer dizer que a indústria portuguesa de componentes para a indústria automóvel continua a conquistar quota de mercado, crescendo a taxa bem acima da taxa de crescimento do mercado automóvel.

As exportações de componente são dirigidas maioritariamente para o mercado europeu, Espanha e Alemanha são os destinos prioritários, logo seguidos de França e Inglaterra. Estes quatros países absorvem 71% do total das exportações de componentes, os restantes 29% vão para destinos diversos, como: restante países europeus, Estados Unidos da América, Marrocos, Coreia do sul e China. Estes valores traduzem a exportação directa, já que acrescem as exportações indirectas por incorporação de componentes de fabrico nacional nas viaturas montadas em Portugal e posteriormente exportadas, valor acima de 500 milhões de euros.

Neste mesmo período as exportações portuguesas de bens transaccionáveis aumentaram 6%. Isto significa que a indústria de componentes tem um desempenho exportador acima de restante indústria transformadora.

As exportações de componentes automóveis são responsáveis por 15% das exportações portuguesas.

Este excelente desempenho da indústria de componentes automóveis não deixa de ter algumas preocupações no horizonte temporal se o País Político não souber encontrar as respostas adequadas para que a competitividade do sector seja, como mínimo, preservada, e, desejavelmente melhorada.

Temas como a flexibilidade laboral, a adequada qualificação profissional, a disponibilidade de pessoas que permitam o crescimento, os custos de contexto que tem que ser reduzidos, o premente problema dos fluxos logísticos de e para Portugal, são algumas das questões que se não forem atempadamente encontradas soluções eficientes e eficazes, irão colocar o desempenho do sector em causa, afectando-o negativamente.

Clique aqui para informação mais detalhada

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Exposição Primeira Pedra

2018-07-27_stone-innovation-fest

 

A ASSIMAGRA e o Município de Porto de Mós, com o apoio das empresas que participaram no projeto Primeira Pedra, organizaram uma exposição de inovadoras e inusitadas aplicações em Pedra Natural para divulgar de forma bastante expressiva as características e potencialidades de utilização da pedra portuguesa, bem como as especificidades da indústria que lhe está associada.

Através da aliança entre a indústria e o design, e sob o tema “Primeira Pedra”, estão patentes desde 23 de junho, e até 14 de outubro, nas ruas e lugares mais distintivos de Porto de Mós, um largo expectro de peças que foram elaboradas no âmbito deste projeto experimental e que percorreram grandes palcos do design internacional nos últimos 2 anos.

As peças em exposição são o resultado do trabalho de grandes arquitetos e designers gráficos e de produto que, ao longo de mais de 2 anos, se associaram ao projeto e que aceitaram o desafio de desenvolver trabalhos que enfatizaram, não só o material em bruto e processado, mas também os locais de extração, as pedreiras, a sua envolvente sócio-cultural e o seu papel na paisagem e ambiente.

Veja no vídeo abaixo a reportagem sobre a inauguração da exposição e acompanhe toda a atividade da ASSIMAGRA em www.assimagra.pt

 

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APIFARMA – Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica

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A Indústria Farmacêutica tem a missão de fomentar a inovação e o desenvolvimento de terapêuticas que respondam às necessidades de tratamento e prevenção de novas doenças, bem como disponibilizar medicamentos que constituam uma melhoria para a saúde e qualidade de vida das populações.

A APIFARMA – Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica representa os pontos de vista comuns dos seus associados – mais de 100 empresas, que produzem e importam medicamentos para uso humano, vacinas, e diagnósticos in vitro –, e promove elevados padrões de qualidade, segurança e eficácia dos medicamentos produzidos, ao mesmo tempo que defende um sistema de aprovação de medicamentos mais célere e eficiente.

Simultaneamente, a Associação incentiva políticas de proximidade com o doente – primeiro destinatário da sua actividade –, promove a interacção com a comunidade científica quer pela permuta do conhecimento, quer pela preservação do património científico, e promove uma cultura de defesa ambiental, como salvaguarda da Saúde Pública.

Neste contexto, a APIFARMA tem procurado contribuir com propostas e medidas que criem as condições necessárias para garantir a sustentabilidade dos serviços de Saúde e o acesso de todos os portugueses aos melhores cuidados de Saúde, independentemente da sua condição socioeconómica ou geográfica.

Esta acção fundamenta-se em três eixos estratégicos. Primeiro, contribuindo para a concretização de um consenso nacional em torno da Saúde numa Lei de Meios que garanta a sustentabilidade do Serviço Nacional de Saúde. Depois, promovendo o acesso à inovação em Saúde como base de progresso, desenvolvimento e bem-estar para todos os portugueses. Por fim, desempenhando um papel determinante na defesa e promoção da dimensão social e económica da Saúde, promovendo o seu potencial, transversal a toda a sociedade e de impacto cada vez mais decisivo.

Num momento em que é crucial, para Portugal, diversificar oportunidades de crescimento, importa salientar o valor acrescentado que as empresas da área da Saúde trazem à sociedade. A utilização de tecnologia avançada e a promoção de emprego altamente qualificado pelas áreas do medicamento e dos meios de diagnóstico in vitro tem um enorme potencial de arrasto sobre a economia.

A Indústria Farmacêutica representa uma área de actividade reconhecida como aquela que, de longe, maior percentagem dos seus resultados destina à investigação e desenvolvimento. E podemos ambicionar mais ao fomentar os sistemas de incentivo ao investimento em investigação, ao mesmo tempo que produzimos valor económico e social. Por isso, a APIFARMA tem reforçado activamente junto da Sociedade o papel e o impacto real dos agentes da Saúde, públicos e privados, na qualidade de vida dos cidadãos e na economia de Portugal.

Neste sentido, a APIFARMA empenhou-se na constituição da Agência de Investigação Clínica e Inovação Biomédica (AICIB), entidade que tem por fins o apoio, financiamento e promoção da investigação clínica, bem como da inovação biomédica, através do desenvolvimento, da internacionalização e do progresso sustentado e cooperativo da atividade de investigação clínica, aprofundando as atividades de Investigação & Desenvolvimento e cooperação entre as unidades de cuidados de Saúde, instituições científicas e académicas, e outras organizações que atuam neste âmbito.

A Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica tem também desenvolvido políticas de proximidade com a Comunidade, permitindo evidenciar junto da sociedade portuguesa como a Indústria Farmacêutica é fundamental e estratégica para o desenvolvimento económico e social do país.

São diversas as iniciativas destinadas à defesa do ambiente, à promoção da qualidade de vida dos doentes, à transparência da comunicação e actuação do sector com os seus parceiros, ao incentivo e divulgação de boas práticas deontológicas e à divulgação da ciência.

A participação como membro fundador no projecto de responsabilidade social Dignitude – que tem como finalidade assegurar o acesso a medicamentos pelos cidadãos mais carenciados –, o projecto “Música nos Hospitais” – projeto de intervenção musical para humanizar contextos de cuidados de Saúde –, o protocolo de cooperação assinado com o Clube de Jornalistas – cuja iniciativa mais visível é o Prémio de Jornalismo em Saúde –, o projecto “Espaço Farmácia/ Laboratório Saúde” na KidZania, a presença no Museu da Saúde ou Programa de Literacia em Saúde “Tratar de Mim”, são marcas claras do compromisso da APIFARMA com a sociedade civil.

Refira-se, ainda, o papel pioneiro da APIFARMA e das suas Associadas na aprovação de princípios de conduta interna que visam conciliar de forma responsável e transparente os interesses das empresas, as relações com os profissionais de saúde – médicos e farmacêuticos – e a responsabilidade perante os doentes e a sociedade.

A APIFARMA, face à sua representatividade e ao alcance da actividade dos seus associados, continuará a defender a resolução de problemas comuns, o desenvolvimento social e económico do área e do país, a melhoria da Saúde em Portugal e mais e melhor acesso dos doentes às novas terapias.

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