Categoria: Destaque



Parceiros Sociais preparam Conselho Europeu da primavera

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Os Parceiros Sociais reuniram esta terça-feira, 19 de março, em sede de Concertação Social, para preparar o Conselho Europeu de 21 e 22 de março.

Este Conselho Europeu da primavera centra-se na resposta ao Reino Unido sobre o pedido de adiamento da data de saída da União Europeia.

Nesta reunião serão ainda debatidas a política industrial e a relação com a China.

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  Categoria: Destaque, União Europeia


CIP apresenta estudo sobre conciliação entre vida familiar e trabalho

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A CIP – Confederação Empresarial de Portugal, em parceria com a Nova School of Business and Economics e a ACEGE – Associação Cristã de Empresários e Gestores, apresentou hoje, dia 18 de março, o estudo “Desafios à Conciliação Família-Trabalho”, numa conferência que se realizou no Campus da Nova SBE, em Carcavelos.

O estudo, desenvolvido pela Nova SBE, produzido para a CIP e cofinanciado pelo Programa Operacional Inclusão Social e Emprego (POISE), do Portugal 2020, inclui a análise de casos reais de empresas portuguesas que aplicam medidas de conciliação família-trabalho.

Conheça o estudo “Desafios à Conciliação Família-Trabalho” aqui.

Durante o evento foram também atribuídos os certificados de “Empresa Familiarmente Responsável” às empresas portuguesas certificadas.

Esta conferência contou com a participação do Presidente da CIP, António Saraiva, da Secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade, Rosa Monteiro, do Presidente da ACEGE, João Pedro Tavares, e do diretor geral da Fundacion Masfamilia, Rafael Furtes. O encerramento esteve a cargo do Ministro do Trabalho e da Segurança Social, José António Vieira da Silva.

O programa completo da conferência pode ser consultado aqui.

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  Categoria: Assuntos Sócio-Laborais, Destaque


“Manter a paciência para evitar o caos”

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Os políticos devem agir com responsabilidade e retirar do campo das hipóteses o cenário de um “não-acordo”

Leia aqui o artigo de opinião desta semana assinado por António Saraiva na sua coluna semanal do Dinheiro Vivo, ao sábado.
Publicado no Dinheiro Vivo, edição de 16.03.2019

https://www.dinheirovivo.pt/opiniao/manter-a-paciencia-para-evitar-o-caos/

Nesta semana, em que o Brexit esteve novamente na primeira página dos jornais, não poderia deixar de dedicar a minha atenção a este tema.

As empresas e os cidadãos assistem, impotentes, aos episódios que se sucedem como se de uma série de suspense se tratasse. Infelizmente, não estamos perante ficção, mas na vida real, e não haverá um herói que no último minuto surja no horizonte com uma solução mágica.

O que há de novo neste processo?

Em primeiro lugar, o Parlamento britânico reafirmou aquilo que não quer: nem o acordo concluído pelo Governo com a União Europeia (mesmo com garantias adicionais conseguidas a custo), nem uma saída sem acordo.

Em segundo lugar, continuando a não ser capaz de afirmar aquilo que quer, pediu um adiamento da data de saída.

Este adiamento, que, segundo tudo indica será longo, poderá fazer surgir alguma luz no fundo do túnel, dando espaço para uma clarificação daquilo que o Reino Unido pretende, seja através de um segundo referendo, seja através de eleições que possam conduzir a uma nova base negocial, com novos atores.

Esta era a única opção que restava para evitar uma saída desordenada. Opção que, de acordo com uma recente sondagem, era pedida por quase 9 em cada 10 empresas britânicas. Estou certo de que esta posição é partilhada pela generalidade das empresas europeias.

A menos de duas semanas da data de saída, resta esperar, agora, que na cimeira da próxima semana, nenhum líder europeu perca o sentido de responsabilidade e o pedido de adiamento seja aceite.

Os políticos devem agir com responsabilidade e retirar do campo das hipóteses o cenário de um “não-acordo”. Mesmo que isso signifique prolongar penosamente a incerteza sobre o desfecho deste processo: a incerteza será certamente melhor do que a certeza da concretização do pior cenário.

Mais do que evitar o caos nos fluxos entre o Reino Unido e o resto da Europa; mais do que evitar prejuízos significativos e duradouros nas economias, de um e do outro lado do canal da Mancha, é preciso evitar danos sociais e políticos irreversíveis no Reino Unido, na União Europeia e no relacionamento entre ambos. E é preciso, não o esqueçamos, salvaguardar a paz: a frágil paz alcançada, a tanto custo, na Irlanda, desde 1998.

Vale a pena, por isso, manter a paciência.

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  Categoria: Destaque, União Europeia