Categoria: Assuntos Sócio-Laborais



CIP intervém na apresentação do estudo “A Economia Digital e a Negociação Coletiva”

2019-01-37_crl

 

O Centro de Relações Laborais (CRL) promoveu, no passado dia 31 de janeiro,  a sessão de apresentação do Estudo “A Economia Digital e a Negociação Coletiva”, elaborado pela Professora Doutora Maria do Rosário Palma Ramalho, com o objetivo avaliar o impacto da economia digital na contratação coletiva.

No âmbito dessa sessão, teve lugar uma Mesa Redonda com os Parceiros Sociais, subordinada ao tema “A digitalização da economia e as oportunidades da contratação coletiva”, na qual a CIP esteve representada pelo Dr. Costa Cabral, da ANIMEE.

O Estudo pode ser consultado aqui.

Partilhar...Email this to someoneTweet about this on TwitterShare on FacebookShare on LinkedIn

  Categoria: Assuntos Sócio-Laborais, Destaque


CIP apresenta estudo sobre Automação e o Futuro Do Trabalho Em Portugal

2019-01-17_o-futuro-do-trabalho

 

A CIP – Confederação Empresarial de Portugal apresentou, em conferência, o estudo “Automação e o Futuro Do Trabalho Em Portugal”, elaborado em parceria com o McKinsey Global Institute e a Nova School of Business and Economics. O estudo debruça-se sobre o impacto da automação no futuro do trabalho e mede o potencial de automação da economia portuguesa até 2030.

Aponta, também, os principais desafios que se colocam no processo de transição para o digital e os efeitos nas competências e salários dos trabalhadores. Neste estudo, foram analisadas 800 ocupações e 2.000 tarefas desempenhadas em diversos setores; foram identificadas 18 competências de base necessárias para o desempenho de qualquer posição e qual a capacidade de automação de cada uma delas.

A conferência de apresentação do estudo realizou-se a 17 de janeiro, no Museu da Electricidade, em Lisboa, e contou com o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República e foi patrocinada pela Apifarma – Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica, pela EDP – Energias de Portugal, pelo ISQ – Instituto de Soldadura e Qualidade e pela Delta Cafés. As boas vindas foram dadas por Pedro Duarte, Presidente do Conselho Estratégico da CIP para a Digitalização da Economia, seguindo-se a apresentação do estudo por Daniel Traça, Diretor e Professor Catedrático de Economia na Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa (Nova SBE), e por Duarte Begonha, Partner da Mckinsey & Company. Seguiu-se o painel “O Futuro Chegou”, que contou com as intervenções de Fernando Magalhães, Head da Linkedin Learning Iberia e LATAM, Alexandre Vaz, Managing Director da Mercedes-Benz.io, e Rui Vitória, Treinador de Futebol, que deixou o seu testemunho por vídeo. O encerramento ficou a cargo de António Saraiva, Presidente da CIP.

Clique na imagem para visualizar algumas fotos
Créditos: Rui Elias / CIP
Partilhar...Email this to someoneTweet about this on TwitterShare on FacebookShare on LinkedIn

  Categoria: Assuntos Económicos, Assuntos Sócio-Laborais, Destaque


“Conciliar duas dimensões fundamentais: família e trabalho”

2018-12-23_dv

 

Leia aqui o artigo de opinião desta semana assinado por António Saraiva na sua coluna semanal do Dinheiro Vivo, ao domingo.
Publicado no Dinheiro Vivo, edição de 23.12.2018

https://www.dinheirovivo.pt/opiniao/conciliar-duas-dimensoes-fundamentais-familia-e-trabalho-2/

Em vésperas do Natal, a conciliação entre vida familiar e profissional é um tema para o qual estamos, naturalmente, mais despertos.

Estas duas dimensões, fundamentais para a realização e valorização de cada pessoa e para o desenvolvimento saudável de qualquer sociedade, entram, por vezes, em conflito, em competição pelo mesmo recurso escasso: o tempo.

Acresce que a necessidade de harmonização entre estas duas realidades faz-se sentir num cenário de profundas transformações, tanto no mundo do trabalho quanto na instituição familiar.

As melhores soluções, no meu entender, devem resultar da adoção de abordagens voluntárias, no quadro de acordo entre empresas e trabalhadores e/ou entre parceiros sociais, através da negociação coletiva.

O enquadramento legal é, sem dúvida, indispensável, mas dificilmente poderá abarcar as diferentes especificidades das empresas, dos setores e das necessidades particulares de cada trabalhador.

É inegável a importância que a flexibilização da organização do tempo de trabalho assume neste domínio. Flexibilidade que apresenta virtualidades, não só para ajustamentos às flutuações das necessidades empresariais como para uma melhor articulação com a dimensão pessoal e/ou familiar.

Existem já, no nosso ordenamento, diversas figuras que podem ser utilizadas nesse sentido, como horários flexíveis, tempo parcial, adaptabilidade, horários concentrados, banco de horas ou a possibilidade de, por acordo, fazer a compensação entre ausências por iniciativa do trabalhador e trabalho realizado. Muitas destas figuras são ainda insuficientemente conhecidas e utilizadas e, por vezes, o próprio legislador, consciente ou inconscientemente, restringe ou condiciona excessivamente a utilização destes instrumentos.

Por outro lado, muitas empresas vão para além da legislação, adotando, voluntariamente, práticas que demonstram a sua preocupação neste domínio.

É certo que essa conciliação depende, também, de escolhas pessoais e familiares, onde pesam os valores que nos foram transmitidos. Daí a importância de promover uma atitude de partilha de responsabilidades e de tarefas entre homens e mulheres para combater, desde a escola, os estereótipos.

Sublinharia ainda a importância do desenvolvimento de uma rede de infraestruturas de apoio à primeira e segunda infância, que deem resposta, de forma flexível e a custo acessível, às necessidades dos pais e das crianças.

Relativizando a perceção, promovida por alguns, que muito pouco ou nada foi feito neste domínio, refira-se que, de acordo com um inquérito recentemente do Instituto Nacional de Estatística, 76,6% dos inquiridos (que disseram cuidar de filhos menores de 15 anos ou familiares dependentes) indicaram não terem obstáculos à conciliação da vida familiar com a vida profissional.

No entanto, este é, sem dúvida, um desafio permanente para o qual, individual e coletivamente, devemos encontrar a melhores respostas.

Preocupado com este tema, promovi, na CIP, um estudo – “Desafios à conciliação família-trabalho” – elaborado pela Nova School of Business and Economics, com o apoio da Associação Cristã de Empresários e Gestores (ACEGE), que será apresentado brevemente.

Partilhar...Email this to someoneTweet about this on TwitterShare on FacebookShare on LinkedIn

  Categoria: Assuntos Sócio-Laborais