Categoria: Assuntos Internacionais



CIP promove relações empresariais Portugal-Malta

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A CIP – Confederação Empresarial de Portugal organizou, no dia 15 de maio, em parceria com a CCIP e AICEP, o Fórum Empresarial Portugal-Malta. Este encontro empresarial contou ainda com a colaboração de organizações empresariais e governamentais maltesas, como a Trade Malta, Malta Enterprise e a Malta Chamber of Commerce, Enterprise and Industry, congénere da CIP e membro da BusinessEurope.

O evento reuniu empresários portugueses e malteses dos setores do Turismo, Saúde, Construção, e Serviços, tendo contado com a presença de S.E. a Presidente da República de Malta, Marie-Louise Coleiro Preca, que destacou o bom momento das relações entre os dois países, que se deveriam traduzir num aumento das relações comerciais, com base na inovação e na criatividade, sublinhando o sector do Turismo como uma grande oportunidade económica, por um lado, e como meio para aproximar os dois países e culturas, por outro.

Na intervenção que coube à CIP, na figura da Secretária-Geral, foram sublinhados importantes temas como a necessidade de estabelecer maior cooperação económica entre as empresas portuguesas e maltesas, e o reforço do compromisso dos dois países por uma Europa coesa e unida em torno dos problemas comuns, capaz de responder concertadamente.
Presentes no encontro estiveram ainda o Ministro da Economia de Portugal, Manuel Caldeira Cabral, o seu homólogo maltês, Christian Cardona, e o Ministro dos Negócios Estrangeiros de Malta, Carmelo Abela.

Este encontro empresarial incluiu ainda um momento de reuniões B2B, que permitiram às empresas portuguesas e maltesas estabelecerem contacto direto para a partilha de informação.

Veja abaixo a galeria de fotos do evento.

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  Categoria: Assuntos Internacionais, Destaque


O futuro das relações UE-ACP

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O Acordo de Cotonou, que tem sido responsável pela estruturação das relações entre a União Europeia e os países de África, Caraíbas e Pacífico (ACP) desde 2000, irá caducar em 2020. Nesse sentido, a Comissão Europeia publicou, em dezembro de 2017, a sua recomendação de um mandato negocial para um novo acordo de parceria UE-ACP. Esta proposta está de momento a ser discutida pelo Conselho, que deverá chegar a acordo sobre uma versão definitiva no fim de maio de 2018.

A CIP, no âmbito das atividades do seu Conselho Estratégico para a Cooperação, Desenvolvimento e Lusofonia Económica, elaborou uma posição sobre este tema, onde defende as principais prioridades para as empresas portuguesas, com especial destaque para:

  1. O reforço do acesso ao financiamento para a cooperação entre as pequenas e médias empresas Europeias e Africanas;
  2. A promoção do empreendedorismo e da criação de emprego nos países Africanos, para apoiar um ambiente político e económico estável, de forma a potenciar o controlo dos elevados fluxos migratórios;
  3. A melhoria das políticas sociais e da proteção médica nos países Africanos;
  4. Apoiar a integração regional no continente Africano, como ferramenta de alargamento dos mercados regionais;
  5. Criação de Centros de Educação e Formação Vocacional, com alta integração das tecnologias de informação.

Consulte aqui a posição do Conselho Estratégico para a Cooperação, Desenvolvimento e Lusofonia Económica na íntegra.

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  Categoria: Assuntos Internacionais, Destaque, União Europeia


CIP na OCDE – Discussão do Programa do Comércio Internacional para 2019-2020

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Na qualidade de membro do Business at OECD (BIAC), o Comité Consultivo Económico e Industrial da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE), a CIP participou na reunião do Comité de Comércio Internacional da OCDE que decorreu nos passados dias 24 e 25 de abril.  O objetivo da reunião foi a discussão do Programa de trabalho e o orçamento TRADE da OCDE para o biénio 2019 e 2020, o qual integra quatro áreas de atuação: Liberalização do comércio, Comércio de serviços, Comércio e políticas domésticas e Créditos à exportação.

O Comité Business at OECD (BIAC) reuniu-se antes para ultimar a sua posição, concretizando a oportunidade de a comunidade empresarial dos membros da OCDE poder influenciar as decisões relativamente aos trabalhos que a OCDE irá desenvolver neste biénio, na forma de estudos, relatórios, desenvolvimento de bases de dados e de indicadores estatísticos, etc.

As prioridades do Business at OECD (BIAC) para a atuação da OCDE na área do Comércio Internacional estão transcritas na sua declaração anual ao Secretário Geral da OCDE e aos Embaixadores dos Estados Membros – Criar as condições para beneficiar do comércio internacional, de janeiro 2018

“A OCDE tem um papel vital na garantia da boa governação dos mercados globais. A sua visão sobre os benefícios da abertura do mercado multilateral, plurilateral e regional para a eficiência de nossas economias é essencial. Para aprofundar a pesquisa nesta área, a OCDE deve agora realizar novas análises ao nível micro, complementando seus estudos que, tradicionalmente, são desenvolvidos a nível macro-económico.

Dada a sua crescente importância, recomendamos o desenvolvimento de pesquisas sobre as barreiras regulatórias que afetam o comércio de serviços e sobre o papel da liberalização do comércio de serviços. Acreditamos que esse trabalho pode ir ainda mais longe, ampliando o escopo do Services Trade Restrictiveness Index (STRI) e o BIAC quer colaborar na promoção dos dados importantes que são obtidos no STRI.

O Comité Business at OECD (BIAC) também aprecia o trabalho em curso sobre a mudança para uma economia digital e as implicações para a política comercial, inclusive para o comércio eletrónico e a regulamentação. Para acrescentar a este trabalho, instamos a OCDE a publicar seu relatório sobre os custos de localização de dados para o comércio global.

Finalmente, à medida que os líderes globais respondem a uma mudança na dinâmica do comércio de bens e serviços, é necessária uma nova narrativa. Essa narrativa deve colocar as políticas comerciais dentro de pacotes de reformas mais amplos que proporcionem desenvolvimento sustentável, com crescimento económico e maior oportunidade de participação, evitando a designação de “vencedores” e “perdedores” do comércio global. Para melhor comunicar os benefícios do comércio, o trabalho substantivo da OCDE também pode ser traduzido em fatos fáceis de entender com os quais o público se possa envolver, usando uma comunicação e uma pedagogia precoces.”

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